
O Tomas aprendeu a sentar sozinho. Ainda tem uns momentos de bêbado e cai para um lado, de vez em quando, mas já está muito firme. Ele já está ensaiando levantar sozinho também. Outro dia, depois do banho, o deixei deitado e ele conseguiu levantar e sentar, mas caiu logo em seguida. É engraçado perceber como essas pequenas evoluções dele – virar de bruço, sentar, levantar – mudam completamente a dinâmica das coisas. Ele vai ficando cada vez mais independente e, como o campo de visão dele muda, ele está descobrindo muitas coisas novas.
Eu também aprendo a ver tudo sob outra perspectiva com cada mudança dele. Essa é uma das coisas que mais gosto da maternidade. Tudo ganha novo valor. Coisas que para nós são tão corriqueiras, foram um dia uma grande conquista (imaginem, a gente senta e anda, como se tivéssemos nascido prontos!).
É emocionante vê-lo evoluir. Outro dia, estávamos os dois brincando no tapete, e, de repente, senti meu coração cheio de uma alegria sem igual. Foi um segundo de intensa satisfação e gratidão por poder testemunhar a vida do Tomas e, de certa maneira, ser guardiã desta e de tantas outras memórias.

3 comments:
Ai, Nath, que lindo. É verdade, também tenho me sentido assim com bastante frequência: uma alegria infinita por testemunhar um milagre que é a evolução do ser humano. Um dia ele pega o livrinho de brinquedo e em outro começa a folhear, cada sílaba nova que eles falam, o sorriso que vira uma gargalha, e assim vai.
Nath, vivo à procura de Mirella. Ela some e eu fico doida pra saber notícias. Ao procurar Mirella, achei você e Tomas. E fiquei lendo e me emocionando com todos esses posts tão bem escritos, sentindo o cheirinho desse bebê, o barulho das risadas dele, de NYC e o silêncio da cidade também. Eu também tive um filho, Luiz Eduardo. Costumava dizer que, se fosse mãe de um menino, que ele fosse moleque, como o Maluquinho de Ziraldo. Uma criança feliz. E, desde que ele nasceu, Nath, fico engasgada com tanto amor. Todos os dias tenho esse insght de como é maravilhoso descobrir cada detalhe dessa pessoinha que Deus me confiou para ser guardiã, como você falou. Que Ele também me ajude a, quando chegar a hora, saber soltá-lo como um pássaro bem livre - exatamente como sua mãe fez com você. Um beijo imenso na família. Quem sabe não pinto uma camiseta pra ele qualquer dia, rs?
Que bom o Tomás ter uma mãe tão atenta a ele! Que bom vc estar podendo viver tudo isso com ele ! Até hoje lembro-me da primeira vez q o JG ouviu um trovão,não sabia se olhava para mim ou para a janela...
Bjs,Dinda.
Post a Comment