Tuesday, September 7, 2010

A primeira bicicleta



Este foi o momento em que ele ganhou a bicicleta. Faz três meses já e fico espantada como ele mudou de lá para cá.

O Tomas ganhou de aniversário do abuelo sua primeira bicicleta (que a gente chama de moto porque parece mais uma motinho). Ele sempre ficava doido quando via alguma criança no parque com uma e, apesar de ele não saber pedalar, achei que dava para começar a usar.

O Enrique estava viajando quando a caixa chegou e eu já sabia que a bicicletinha vinha totalmente desmontada. Até tentei esperar, mas depois de dois dias, não aguentei a ansiedade e montei tudo sozinha. Passei umas duas horas separando parafuso, porca, peças e depois encaixando e apertando tudo. O resultado não foi o melhor: o guidão, por exemplo, se soltava e os pedais travavam um pouco. (Quando o Enrique chegou, ele teve que desmontar algumas partes e voltar a montar, apertando melhor todos os parafusos para evitar um acidente de percurso).

Na manhã seguinte, quando o Tomas acordou, o levei para a sala, onde estava a moto. A expressão dele foi uma das coisas mais lindas que eu já vi. Ele primeiro olhou, sem enteder, pensando se era dele; daí, quando ele entendeu que era, os olhos dele brilharam de alegria. Ele ficou sentado um tempão, pulando e segurando o guidão. Ele era felicidade pura!

Ultimamente, quando ele escuta a palavra passear, ele corre e senta na moto. E, ai da gente se sugerir colocá-lo no carrinho... Tem dias que não saímos se não for na moto! Ele faz muito sucesso "dirigindo" pela rua. E, cada vez que alguém diz alguma coisa, ele toca a campainha que fica no guidão. Ele adora saludar as pessoas com um ring, ring!

Thursday, August 26, 2010

Iogurte e independência





Desde que voltamos das férias, o Tomas tem demonstrado vontade de comer sozinho, com a colher – sozinho, com a mão, ele já comia há bastante tempo. Obviamente, ele não consegue comer direito, mas eu fui deixando porque ele se sentia muito importante. O problema é que agora ele insiste em comer com a colher e as refeições começam a demorar um pouco mais. E demandar uma boa dose de paciência da minha parte! Sem falar do trabalho de varrer o chão a cada vez que ele come. O lado bom é que acaba me dando uma folguinha para eu comer enquanto ele almoça (normalmente, eu ia fazendo as duas coisas e acabava engolindo a comida rápido).

Hoje, me inspirei na minha amiga Ester e no Alex, o bebê mais gênio do mundo. Ela me mandou um vídeo dele comendo iogurte sozinho e ele parecia uma criança de dois anos (ele tem a idade do Tomas)! Uma fofura só.

Isso tudo faz parte da nosso objetivo de ensinar nossos filhos a comer sozinhos antes de começar a creche, já que lá eles não dão comida na boca da criança e sugerem que os pais mandem um almoço que a criança possa comer sozinha. Acho que a coisa não é tão radical como pintam, mas não custa nada treinar os pimpolhos porque ela, como boa espanhola, prefere a dieta mediterrânea e eu quero mais é que o Tomas coma arroz e feijão todos os dias.

Nessas tentativas, a Ester descobriu um iogurte que é mais firme e mais fácil de comer sozinho, tipo um danoninho. Aproveitando que encontrei para comprar no supermercado, resolvi brincar um pouco de menino grande com o meu bebê!

Aqui está o nosso lado do experimento. Para a primeira vez, foi pelo menos divertido. Eu gargalhava de um lado e o Tomas do outro. Reparem que a colher vai mais vazia do que cheia para a boca e que, no final, ele queria era comer o copo!

Monday, August 23, 2010

Drama no salão

Não ficou a cara do Enrique?

O Tomas está de cabelo novo. Pena que a última experiência dele no cabeleireiro não tenha sido nada boa (bastante diferente da primeira vez no salão). Ele não quis sentar no carrinho, jogou longe os brinquedos que usamos para distraí-lo e não podia nem ver a cabeleireira se aproximar com a tesoura que agarrava forte no nosso pescoço. Quando vi o desespero dele, eu quase desisti. Mas o Enrique me convenceu a continuar porque ele achou que se a gente saísse de lá, o Tomas não voltava nunca mais – e acho que não voltaria mesmo.



Ele chorou tanto, tanto que tivemos que segurá-lo no colo. Eu e o Enrique nos revezamos na tarefa de abraçá-lo e agarrar os braços dele que voavam para tudo quanto é lado, enquanto a mulher ia cortando o cabelo como dava. No final, depois de uma luta e um escândalo consideráveis, ele acalmou porque já estava simplesmente exausto de tanto chorar. Nessa hora, enquanto eu fazia carinho nos bracinhos dele, senti que o corpinho dele tremia. Eu morri de pena e até agora estou me sentindo mal de ter deixado ele passar por isso. Foi uma experiência tão traumática (pra ele e pra mim) que acho que só voltamos daqui a um ano.

Papa e mamãe felizes, Tomas exausto.

Monday, August 9, 2010

Brincar também cansa



O Tomas está com uma mania engraçada. Ele brinca, brinca, brinca e, quando ele cansa, ele senta em algum lugar e descansa. Se estiver em casa, ele vai no quarto, pega o travesseiro dele e dá uma deitadinha no chão. Se estiver no parque, ele normalmente procura um degrau ou uma grade para encostar. Agora, por pura diversão, a gente diz pra ele: “Relaxa, Tomas”. Daí ele vai até o sofá, deita a cabecinha e relaxa!

Thursday, August 5, 2010

Wednesday, August 4, 2010

Minhas férias



Tiramos as nossas primeiras férias em família. Passamos uma semana em Fort Lauderdale com a abuela e depois fomos oito dias para Turks e Caicos.



O Tomas adorou o hotel, a piscina e a areia. Ele ficou com um pouco de medo do mar (na Flórida, ele não queria nem chegar perto da água), mas acabou entrando no nosso colo quando chegamos ao Caribe. O mar era gostoso, sem ondas, transparente e morninho. A areia parecia talco de bebê e ele cavou muitos buracos todos os dias. Ele levou ao pé da letra a experiência de provar a areia e o mar – além de comer muita areia, cada vez que entrava no mar, ficava bebendo a água salgada.



Nossos dias seguiam o ritmo dele, o que significava acordar às 6 da manhã (ou às 5 e meia...), tomar café, ir para a praia e subir às 9 e meia para um cochilo. Depois, só voltávamos para o sol lá pelas 3, 4 da tarde, quando ele acordava do segundo cochilo. A vantagem é que íamos contra o fluxo e sempre conseguimos as melhores cadeiras na praia, na piscina e no restaurante.



Ele andou por todo o hotel, brincou com as pedras do jardim, com o chuveiro de limpar o pé na saída da praia.




Ele não podia ver a piscina que ia correndo para entrar, não importava a hora.



Ele fez vários amigos: o carregador de mala, os garcons do café da manhã e uma menininha linda chama Sophiejaya. Todos adoraram ele. E nós também acabamos fazendo amigos por causa do Tomas.



Estava preocupada com as férias, como faríamos com a comida dele, se ele ia dormir no berço do hotel, se ele ia aguentar o calor, o que eu e o Enrique faríamos depois que ele dormisse às 7 da noite... As noites não foram exemplares – ele acordou gritando alguns dias e demos uns cinco passos para trás no desmame por conta disso – mas acabamos dando um jeito no resto. Fomos a um supermercado e ele passou a semana a pão sírio, queijo, frutas, iogurte e macarrão de microondas (apesar de eu quase chorar cada vez que dava aquela coisa borrachenta para ele). Eu e o Enrique passamos umas noites muito legais na varanda do quarto, tomando vinho, comendo, conversando e lendo livros.


Deu trabalho, cansamos descansando, mas valeu a pena. Ficou a memória gostosa de umas férias felizes.

Monday, July 26, 2010

Sumiço

Nem acredito que faz dois meses que não escrevo no blog. O Tomas começou a andar no dia 6 de junho – já vinha ensaiando antes, mas neste dia deu dez passos seguidos e não parou mais. Nem ele, nem eu. Foram dois meses intensos em que nossa vida mudou completamente, mais uma vez. Ainda tive que entregar parte da minha tese para meu exame anual do doutorado no meio de julho, então, me faltaram horas no dia para dar conta de tudo.

Agora estamos aproveitando nossas férias. E, como nunca, essas sim são merecidas férias. Voltamos já, já!

Monday, May 24, 2010

O piquenique do Tomas


Soprando as velinhas.

Este sábado teve festa!

Desde antes de o Tomas nascer eu queria fazer a primeira festinha dele no parque. Achava que era algo diferente e que era uma maneira de aproveitar uma das muitas coisas boas da vida em Nova York. Já vinha juntando idéias e sonhando com um dia gostoso, relaxado, com poucos convidados e que o Tomas pudesse se divertir com os amiguinhos. Chegamos a desistir de fazer qualquer coisa porque o dia 31 de maio seria feriado aqui, e todos estariam viajando, inclusive a gente. Mas decidimos comemorar uma semana adiantado. Ainda bem!

A festa ficou linda. A minha amiga Juliana, que é desenhadora gráfica e faz convites e cartões maravilhosos, cuidou de toda a decoração. Expliquei o que eu queria e ela criou cada detalhe com muito amor e montou tudo no dia da festa. Passamos a semana comprando tecido, cortando os papéis que ela desenhava e imprimia, embrulhando as garrafinhas, fazendo brigadeiro, arrumando as lembrancinhas. Ela também tem um filho, o Thomas, de 1 ano e 4 meses, e como eu, cuida dele sozinha, sem babá. Então, vocês podem imaginar a correria que foi para fazer tudo.

Todo mundo deu uma mãozinha. Na sexta à noite, a Ester, minha amiga que veio de Boston só para a festinha, entrou na dança, mexendo uma panela de brigadeiro, enquanto o marido dela, o Julius, amarrava os tecidos nos potinhos das lembrancinhas e o Enrique preparava os espetos de queijo e tomate – e, o mais importante, enquanto o Tomas e o Alex, filhinho da Ester e do Julius, dormiam.

No dia seguinte, também foi a maior correria. Tínhamos que organizar tudo e cuidar de três crianças (o que significa dar de comer, amamentar e nos assegurarmos de que eles dormiriam bem as sonecas da manhã para aproveitar a festa!). Eu acordei cedo para cortar e lavar as frutas. O Grenfel, marido da Juliana cuidou do Thomas, enquanto ela arrumava a mesa; o Enrique se encarregou do gelo; eu e o Julius levamos as coisas da festa para o parque; e a Ester cuidou do Tomas e do Alex até eu chegar para aprontar o aniversariante. No fim da festa, a Thais e o Thomas, marido dela (já deu para ver que o nome do nosso filho é mais do que comum, né?), ajudaram a recolher e separar o lixo, enquanto nós carregávamos os carrinhos para trazer tudo de volta.

Foi uma canseira danada, mas passamos um sábado maravilhoso. O piquenique foi no parque aqui perto de casa, que é lindo, na beira do rio. O clima estava perfeito, um calorzinho com um ventinho gostoso, e o local era ideal, embaixo de várias árvores, com sombras deliciosas. Colocamos muitas toalhas na grama e levamos os brinquedos do Tomas para as crianças brincarem. A festa começou às 11 e acabou às 4 da tarde!

O mais engraçado foi que quando chegamos para arrumar as coisas, demos de cara com outro piquenique, do lado do lugar que escolhemos (a Juliana tinha ido às sete da manhã com umas toalhas para reservar)! Foi a maior coincidência. Era também aniversário de uma ano de uma menininha. Conversei com a dona da festa e, a princípio ela não gostou da idéia de ter um evento concorrente ao lado do dela. Eu confesso que também estava receosa, mas não queria abrir mão do lugar lindo que havíamos escolhido. Finquei pé e disse que faríamos ali do lado mesmo. O melhor foi que eles tinham contratado um cara para tocar violão e acabamos aproveitando a música deles. Mas a festinha do Tomas estava tão linda, com uma decoração tão caprichada e umas comidinhas tão apetitosas, que os convidados do lado vieram várias vezes elogiar e perguntar quem tinha feito aquela festa linda (a Juliana vai ganhar muitos clientes!).

Foi uma festa simples e pequena, com seis casais e sete crianças, mas uma celebração a lo grande, cheia de criatividade, amor e alegria. Foi um dia inesquecível, mais lindo do que eu podia imaginar, em que nos sentimos uma família abençoada pelo sorriso e a alegria do Tomas e das outras crianças e o companheirismo e generosidade dos nossos amigos.

Família feliz.

Aqui vão alguns detalhes da festa para vocês participarem nem que seja de longe (tem mais fotos depois do texto em espanhol)!

El picnic de Tomas

Soplando velitas.

¡Este sábado hubo fiesta!

Desde antes que Tomas naciera, quería hacer su primera fiesta en el parque. Lo veía como algo diferente y una manera de aprovechar una de las muchas cosas buenas de la vida en Nueva York. Estuve juntando ideas y soñando con un día agradable, relajado, con pocos invitados y en el que Tomas se divirtiese con sus amiguitos. Descartamos hacer algo el 31 de Mayo por ser feriado aquí, ya que todo el mundo iba a estar viajando, inclusive nosotros. Entonces decidimos celebrar una semana antes. ¡Felizmente!

La fiesta quedo muy linda. Mi amiga Juliana, que es diseñadora grafica y hace unos arreglos increíbles se encargo de la decoración. Le explique lo que quería y ella creo cada detalle con mucho cariño. Pasamos la semana entera comprando tejido, cortando papeles, forrando botellitas, haciendo 'brigadeiro' y preparando las sorpresitas para los invitados. Ella también tiene un hijo, Thomas, de 1 año y 4 meses, y como yo, lo cuida sola, sin niñera. Entonces, se imaginaran la locura que fue todo.

Todo el mundo dio una ayudita. El viernes en la noche, Ester, mi amiga que llego de Boston especialmente para la fiesta, entro en la danza, ayudando a preparar el 'brigadeiro', mientras su marido, Julius, le ponía el tejido a los potecitos de recuerdo y Enrique preparaba los anticuchos de tomate y queso (y, obviamente, mientras Tomas y Alex, el hijo de Ester y Julius, dormían).

Al día siguiente (el sábado), también fue una locura. Teníamos que organizar todo y cuidar de tres bebes (es decir, dar de comer, mamar y asegurarnos de que ellos durmieran bien la siesta de la mañana para aprovechar la fiesta). Yo me levante temprano para cortar y lavar las frutas. Grenfel, el marido de Juliana, cuidaba de Thomas, mientras ella arreglaba la mesa; Enrique, se encargo del hielo y las bebidas; yo y Julius llevamos las cosas de la fiesta al parque; Ester cuido a Tomas y Alex hasta yo regresar para arreglar al dueño del santo. Al final de la fiesta, Thais y Thomas (¿ya es obvio que el nombre de nuestro hijo es común?) ayudaron a recoger y separar la basura, y llevar todo de vuelta a casa con Ester y Julius.

Fue matador pero lo pasamos genial. El picnic fue en el parque cerca a nuestra casa (Carl Schurz Park), que es lindo, al lado del río. El clima estaba perfecto, calorcito con brisa refrescante, e el local era ideal, debajo de varios árboles con sombras deliciosas. Colocamos muchas mantas y llevamos juguetes de Tomas para que los invitados de Tomas jugaran. La fiesta empezó a las 11am y acabo a las 4pm.

Lo mas gracioso fue que cuando llegamos a arreglar las cosas, resulto que tenia otra fiesta al lado nuestro (Juliana ya había separado el lugar)! Fue pura coincidencia. También era la fiesta de una año de una niñita. Converse con la dueña de la fiesta, y al principio ella no estaba muy feliz de tener una fiesta al lado que compitiera con la suya. Yo confieso que al principio también estaba algo celosa, pero no quería ceder el lugar que habíamos escogido. Me puse dura y le dije que nos quedábamos y punto. Lo mejor es que ellos habían contratado un guitarrista y nos ganamos con la música (¡estaba buena!). Pero lo mejor fue que la fiesta de Tomas estaba tan linda, con una decoración increíble y comida tan buena, que los invitados del lado vinieron varias veces a elogiar y preguntar quien había hecho todo esto.

Fue una fiesta simple y pequeña, con seis parejas, siete niños, pero una celebración a lo grande, llena de creatividad, amor y alegría. Fue un día inolvidable, mas lindo de lo que me pude imaginar, en que nos sentimos una familia bendecida por la sonrisa y alegría de Tomas y los otros niños, y el compañerismo y la generosidad de nuestros amigos queridos.

Aniversariante...

… brincando.


… comendo pão.

O convite


O convite que mandamos por e-mail.

Os convidados

Tomas e Grant.

Nicolas e Thais, e a festa concorrente ao fundo.


Tomas, Thomas, Alex e Isabel: cada um na sua.

Comidas e bebidas



Vistas panorâmicas da toalha principal.


Detalhes das comidas e bebidas.


As garrafinhas de água personalizadas com o nome do Tomas.

Lembrancinhas


Lembracinhas das crianças: livro feito de papel reciclado, sobre o jardim; um CD com as 20 músicas favoritas do Tomas e um brinquedinho de madeira.


Capa do CD.


Lembrancinha pronta!


Lembrancinhas dos adultos: potinhos com brigadeiro de colher.

Cestinhas de primeiras necessidades

Cestinhas verdes com brinquedos.

Cestinha com papel, sabonete e toalha para o banheiro público.


Cestinha com fraldas, wipes, metiolate e band-aid, repelente infantil e protetor solar para os bebês.

(Quase) eco-friendly


Eu queria fazer a festa com produtos recicláveis ou biodegradáveis. Não deu para ser totalmente eco-friendly, mas algumas coisas como copos, pratos, talheres e canudos eram. Aqui estão as plaquinhas explicando.



Talheres de bambu amarrados com papéis de nuvenzinhas e árvores.

Thursday, May 20, 2010

O primeiro corte (profissional) de cabelo


Um pouco antes do aniversário do Tomas, o levei para cortar o cabelo em um salão. Antes disso, eu mesma tinha cortado, mas decidi que tinha chegado a hora de entregar suas madeixas a alguém que manejasse melhor as tesouras. Escolhi um carrinho para ele sentar e ele começou a fazer carinhas para a cabeleireira que ficou imediatamente apaixonada por ele. Ele chorou e fez cara de dor no começo – acho que ele pensou que fosse doer quando ela cortasse – mas logo se acalmou. O que significa que ele ficava em pé no carrinho, dava tchauzinho para ele mesmo no espelho e tentava roubar o pente da mulher. O mais impressionante foi que à medida que ela ia aparando as pontas do cabelinho dele, ele ia se parecendo mais e mais com o Enrique.

Sunday, May 9, 2010

O nosso dia


O meu primeiro dia das mães foi uma delícia. Acordei com presente, cartõezinhos e beijos do Enrique e do Tomas. Obviamente, o Tomas não sabia de nada e foi o Enrique que preparou tudo com muito carinho.

Podia ser um domingo comum, mas é inevitável relembrar tudo o que vivi no meu primeiro ano de maternidade. Não foi nada fácil e às vezes eu nem sei como sobrevivi – ou melhor, como sobrevivemos. Mas aí vejo nós três, felizes e risonhos, às cinco e meia da manhã, e vejo que estamos fazendo muito mais do que sobreviver. Eu vejo o Enrique se transformar em um pai dedicado e amoroso, e o Tomas ser definitivamente uma criança feliz – e eu quero acreditar que o meu amor e o meu esforço estão no centro disso tudo.

São dias como esses que me enchem de energia e mais amor para continuar me dedicando tão devotamente a nossa familia. .

Monday, May 3, 2010

O dono da bola






No fim de semana depois da mudança, fizemos um piquenique no parque para descansar e relaxar um pouco. O Tomas engatinhou bastante, ficou em pé com a ajuda da abuela e jogou futebol com o Enrique.


Como agora ele perdeu o medo da grama, ele também aproveitou para praticar seu esporte favorito: comer pedacinhos de pau que ele encontra.

Sunday, May 2, 2010

Cumplemeses feliz



Aproveitamos a presença da abuela para cantar um parabéns bem caprichado nos 11 meses do Tomas. Apesar de que nesta casa, não precisamos de convidados. Todo mês tem bolinho! Eu sempre amei aniversários e tomara que o Tomas herde meu gosto pela celebração de dias especiais. Não sei se ele entende alguma coisa, mas com certeza sabe que ele é o centro das atenções. Está chegando o bolinho de um ano!